Dança com as cadeiras

19/11/2007 at 18:50 (arte, ballet, Dança, preconceito) (, , )

Confesso que esse final de período da faculdade está bem apertado e ter idéais para postar no blog é cada vez mais difícil. Então, rodando e procurando assuntos para escrever aqui encontrei o blog Você não viu, da onde tirei inpiração para o que falo agora.

falei aqui de algumas exigências que o ballet clássico impõe para quem quer seguir carreira. Mas, como fiz questão de dizer, isso não deve impedir que meninas busquem a alegria de dançar. E limites maiores do que esse também não.

Nunca tive a oportunidade de ver um espetáculo montado com cadeirantes, somente pela televisão. Mas é fácil de perceber a força que eles carregam. Fugindo dos limites impostos pela vida, diversos grupos pelo Brasil se apresentam emocionando platéias. Eles mesmos sabem dos grandes benefícios que a prática da dança traz, sendo, inclusive, uma etapa do tratamento terapêutico de alguns.

Com raízes na dança moderna, os cadeirantes auxiliam para o desenvolvimento dessa modalidade já que sua proposta é de inovação nos movimentos e descoberta de novos movimentos corporais.

Para quem quiser mais informações, saber sobre a história dessa dança e até sobre competições na modalidade, sugiro o site da Confederação Brasileira de Dança em Cadeira de Rodas.  

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A arte de querer fazer arte!

19/11/2007 at 02:15 (arte, ballet, Dança) (, , )

No início do mês de dezembro se encerrará um grande ciclo da vida de uma querida amiga. StefaNINE Ricciardi irá se formar pela primeira turma da escola de dança do Bolshoi Brasil. Logo que soube da formatura uma pergunta não saiu de minha cabeça: o que ela fará depois?

A preocupação não vem da falta de confiança em suas habilidades, muito pelo contrário. Temo é que este país, onde a arte não é valorizada, perca mais um talento. Vi o desenvolvimento dessa menina no ballet, que veio do Acre para o Espírito Santo e foi cair justamente na escola que eu dançava.

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Com muita determinação ela alcançou o reconhecimento no cenário local. Mas não era o bastante para ela. Passou na prova do Bolshoi (quase que um vestibular) e para lá foi, fazer o curso se que encerra depois de anos de aprendizado. Não sabemos se ela será convidada para integrar algum grupo ou dançar por alguma companhia.

O certo é que sua família já gastou o que podia, e não podia, para manter Nine em Joinville-SC (onde funciona o Bolshoi Brasil). A questão é os personagens podem mudar, mas a história é comum a muitos.

Patrocínio? Ajuda financeira? Praticamente zerada… mas o sonho dessas pessoas não termina e vão lutar para continuar dançando nos palcos por aí! O que quero dizer nesse post é que querer levar uma vida de bailarina no Brasil é difícil, aliás, muito difícil. Não se vê nenhum auxílio financeiro por mais que se corra atrás. Tem que ter muita determinação: é a arte de querer fazer arte!       

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Comidinha!

12/11/2007 at 18:41 (arte, ballet, Dança) (, , , , )

Não é de hoje que o ballet clássico inspira eternos apaixonados e desperta emoções. Mas nunca tinha visto ser fonte de inspiração para comida. Pois bem, aconteceu. Lendo o jornal “Estado de São Paulo“, na quinta-feira, uma matéria me chamou especial atenção. No caderno Paladar (que fala de gastronomia), tinha uma foto de Anna Pavlova (grande bailarina clássica dofinal do século XIX e início do XX) dançando Lago dos Cisnes. E olha que legal, a notícia de que sua leveza havia inspirado a criação de um doce.

Aliás, a paternidade do doce até hoje é contestada por Nova Zelândia e Austrália. Os primeiros dizem que a inventaram em 1927 e os australinos dizem que eles são os verdadeiros donos da receita, inventada em 1935.

Como eu não sei cozinhar, meus dotes são outros (mais precisamente a arte de degustar comidas gostosas), eu ainda não fiz a receita. Mas tudo leva a crer que é boa, afinal, como eu sempre digo para mim mesma antes de tentar fazer algo na cozinha “Mariana, juntando um monte de coisas boas não tem como sair uma coisa ruim”. E a receita é isso mesmo, várias coisas gostasas juntas! É um doce.

Foi aí que eu achei no mínimo engraçado. As muitas bailarinas que lêem este blog terão que se segurar, porque não podem sair comendo doce por aí adoidadas! Quanto aos homens, para eles é sempre mais fácil emagrecer.

Bem, vou deixar a receita para quem quiser no próximo post. 

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Perguntas freqüentes

29/09/2007 at 21:05 (arte, ballet, Dança)

Este é o último post sobre ballet clássico do blog! Espero que os leitores que conquistei nesse tempo não me abandonem!!! Para a despedida, perguntei por aqui as dúvidas freqüentes sobre o ballet para pessoas que nada entendem da dança, meu pai e minha mãe! Quem respondeu? Eu mesma!!!

 

O que é pas de deux (se diz algo como padede)?

Do francês “passo de dois”. É quando um bailarino e uma bailarina dançam juntos. Me disseram também que o termo é usado somente no ballet clássico, nas outras modalidades o termo semelhante seria duo ou dueto.

 

Por que você não lava sua sapatilha? (pergunta do meu pai né…)

As sapatilhas de meia ponta são frágeis, até deve dar para lavar, mas tenho medo de estragar. Além do que, se ela chega a este ponto, é hora de comprar outra. Já as de ponta têm gesso né, estragam. Fora que podem encolher depois. Bem, não sei se colou… nunca nem tentei lavar uma sapatilha e nunca pensei nisso, confesso!

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Aos que não sabem, a bailarina da foto sou eu! E assim me despeço do ballet clássico! Mas tem muita coisa legal vindo por aí!!! Semana que vem falaremos sobre o flamenco!

 

Até segunda-feira!

 

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Altos custos

26/09/2007 at 23:51 (arte, ballet, Dança, história, repertório)

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Sapatilha de meia ponta? 35 reais. Mensalidade da escola de dança? 120 reais. Dançar ballet? Tem um preço muito alto!!! Pois é, esse é, sem dúvida, um forte motivo para que a dança clássica seja considerada de elite. Não é fácil pagar tudo isso por mês. Mas… ações que tentam mudar esse cenário estão aí! Exemplo é o projeto Pequenos Talentos.  

Inclusive, a pouco tempo o bailarino capixaba George Lucas viajou à Cabo Frio para participar do Festival Nacional que ocorre lá. O mais legal é que ele foi representando o projeto e voltou premiado, no terceiro lugar!!! Os bailarinos têm ensaios segundas, quartas e sábados. Para isso recebem uniformes e sapatilhas além de vale transporte e R$50,00 por mês. Os que se destacam são ainda convidados por escolas particulares para intensificar as aulas. 

Como diz o Governo, o Projeto tem como “objetivo democratizar a dança clássica e contemporânea, sensibilizando e conscientizando crianças, adolescentes e jovens para o desenvolvimento intelectual, emocional e motor, utilizando a dança como meio no desenvolvimento da arte, elevação da auto-estima e valorização da vida”.  

Atualmente, as aulas ocorrem em sete núcleos, distribuídos pelas comunidades da Grande Vitória: Associação de Apoio e Orientação a Criança e ao Adolescente (Vale Encantado, Vila Velha); Programa Crer com as Mãos (São Benedito, Vitória); Vila Olímpica (Soteco, Vila Velha); CAIC Novo Horizonte, com duas turmas (Serra); Centro de Orientação Social – COS (Porto de Santa, Cariacica); CAIC Feu Rosa (Feu Rosa, Serra) e Centro Cultural Carmélia (Caratoíra, Vitória). 

Ps.: Vocês repararam que o ciclo das histórias de ballét clássico terminou né! Tem muitas outras por aí! Mas não dá para publicar todas, então… querendo mais procurem!!! Hahaha!!!

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Dom Quixote

26/09/2007 at 14:49 (arte, ballet, Dança, don quixote, história, repertório)

Festa, sensualidade, confusão e maluquice! Esse é o espírito latino presente em Dom Quixote, um dos meus ballets preferidos. Seu coreógrafo, Marius Petipa, morou anos na Espanha e durante sua passagem que montou a peça. Vale muito a pena conferir!!!

 

A história segue aí abaixo, retirada do livro “Livro Histórias de Ballet”, de Luisa Lagôas

 

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                                                                                                                      John Ross

“Coreografia: Marius Petipa
Música: Leon Minkus
Estréia Mundial: 1869, em Moscou.

 

Na praça do mercado, em Barcelona, Quitéria (Kitri) está sendo forçada por seu pai a aceitar a corte do rico comerciante Gamanche, que deseja se casar com ela. A moça, apaixonada pelo barbeiro Basílio, reluta insistentemente. Dom Quixote chega à praça e presencia a cena, logo vendo em Quitéria a alucinação de Dulcinéia, a mulher de seus sonhos. D. Quixote desafia Gamanche para um duelo, mas não é levado à sério nem pelo comerciante, nem pela multidão, sendo expulso da cidade. Basílio, por sua vez, desesperado ante a perspectiva do casamento de Kitri com Gamanche, finge estar se suicidando, e pede ao pai da moça que lhe satisfaça um último desejo, concedendo-lhe a mão de Quitéria em casamento. O pai cede, e para o seu espanto, Basílio se levanta radiante de saúde e felicidade, para abraçar a amada. D. Quixote, expulso da cidade, acampa à beira dos moinhos, onde encontra o rei dos ciganos, que organiza uma festa para ele. O velho bebe demais e acaba vítima de suas fantasias, pois ataca carroças de marionetes e os moinhos de vento, julgando estar em batalha com gigantes inimigos. Ao final da batalha, o velho dorme, ferido, e sonha com os jardins de Dulcinéia, povoados por seres fantásticos. Um duque que passava por ali acorda o fidalgo e convida-o a pousar em seu castelo. Lá, numa festa em homenagem ao cavaleiro, seu amigo Carrasco simula com ele uma batalha, convencendo-o ao final de abandonar as ilusões e voltar a viver na realidade. Enquanto isso, na praça de Sevilha, o casamento de Quitéria e Basílio é celebrado com uma grande festa e muitas comemorações.

D. Quixote, a novela de Miguel de Cervantes, inspirou vários ballets, ao longo dos tempos. As primeiras versões encenadas não obtiveram sucesso suficiente para se manterem até hoje, mas a versão estreada em 1869, com o libreto um pouco mais livre da obra, teve um sucesso arrebatador, creditado ao seu virtuosismo técnico. Essa obra marca a ascensão da Rússia a centro mundial da dança, pois naquela época a Europa Ocidental vivia o mercantilismo, deixando o campo das artes um pouco abandonado. Em conseqüência, os artistas migraram para o Império dos Czares, onde a dança, especialmente, era muito estimulada. Assim foi feito com Jules Perrot, Saint-Léon e Marius Petipa, o autor em questão. Petipa era muito ligado a temas espanhóis, tendo trabalhado e estudado em Madri, e inclusive já havia remontado outro ballet com motivos espanhóis na Rússia: Paquita. São marcas de D. Quixote a cor, a sensualidade, o humor e o calor dos temas espanhóis. Foi dançado predominantemente na Rússia até a migração de grandes nomes soviéticos para o Ocidente. Só depois da chegada de Nureyev, Barishnikov e Balanchine no mundo ocidental é que o ballet passou a ser dançado com mais freqüência por nossas companhias.”

 

Fazendo um paralelo aqui com as artes, o blog “Phlog that” trás uma figura de Dom Quixote, criado por Miguel de Cervantes, feita por Salvador Dalí! Linda!!!

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Giselle

21/09/2007 at 18:40 (arte, ballet, Dança, don quixote, história, repertório)

Bem gente, hoje vou falar um pouquinho sobre o ballet Giselle. Confesso que tinha certo preconceito desse balet, o achava muito chato! Mas… pesquisando sobre a história encontrei o blog Contredanse em que a blogueira diz que o melhor ballet, para ela, é Giselle! Resolvi ir atrás!

A história é trágica e triste. Pelo que fiquei sabendo, a lentidão se dá no segundo ato, o primeiro é rapidinho e feliz! Com juras de amor, como todo ballet tem que ter!!! O textinho ali de baixo é do Wikipedia!    

Rachel Portele

                                                                                            Rachel Portele

“Giselle, dançado ao som de músicas familiares pelo balé francês e compositor de ópera Adolphe Adam, é balé da Era Romântica primeiro dançado em Paris in 1840. É um dos poucos balés dessa tradição que ainda apresentado nos palcos, dançado em tutu romantico (saias de bailarina na altura da panturilha). No primeiro ato, a aldeã Giselle está apaixonada por Albrecht, um nobre disfarçado de camponês. Quando Giselle descobre a fraude, ela fica inconsolável e morre. No segundo ato, o amor eterno de Giselle por Albrecht, que vem a noite visitar seu túmulo, o salva de ter seu espírito vital tomado pelos wilis espectrais, os fantasmas vampíricos de garotas noivas que morreram antes do dia do seu casamento, e sua rainha. Sempre que um homem se aproxima, elas obrigam-no a dançar até a morte. Giselle dança no lugar de Albrecht e, dessa forma, impede que ele chegue à exaustão, quebrando o encanto das willis. No final, ela o perdoa.O poeta romântico Théophile Gautier é o autor do roteiro desse balé.A versão que vemos hoje não é muito semelhante à original, onde a mais famosa dançarina da época, Fanny Essler tinha cena louca lírica no final do primeiro ato. A morte de Giselle no primeiro ato foi adaptado por um ataque do coração, pois em sua primeira apresentação, Giselle se suicidava com uma espada. Essa primeira versão causou choque na época, por essa razão foi feita a mudança. Giselle saiu do repertório europeu até que foi revivido por Sergei Diaghilev in 1910, uma surpreente mudança de ritmo para o balé russo de vanguarda. O papel de Giselle é um dos mais procurados no balé, já que exige tanto perfeição técnica quanto excelente graça e lirismo. Várias das mais habilidosas dançarinas representaram esse papel incluindo Ana Botafogo, Carlotta Grisi (para quem Théophile Gautier criou o papel), Anna Pavlova, Tamara Karsavina, Cynthia Gregory, Galina Ulanova, Alicia Markova, Beryl Goldwyn, Antoinette Sibley, Margot Fonteyn e Natalia Markarova.”

Esse vídeo aí é um resuminho da história do ballet! O legal é que mostra aos desconhecidos como o ballet também é interpretação! Estou adorando Giselle! Espero que vocês também!!! Hahaha!!! 

Bom, até segunda-feira!

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O Lago dos Cisnes

19/09/2007 at 23:57 (arte, ballet, Dança, história, repertório)

Vamos falar agora um pouquinho de ballets de repertório, que são aqueles dançados em todo o mundo há muito tempo! Hahaha!!! As diferentes escolas podem até dançar com certas diferenças essas peças, mas a essência deve ser sempre a mesma! Vou então, hoje, contar a história de “O Lago dos Cisne”, ballet do qual dancei minha primeira variação (aquilo quando a bailarina dança sozinha no palco…).

Na verdade, pegarei emprestada a história já escrita pelo livro “Histórias de Ballet”, de Luiza Lagôas.     

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O lago dos cisnes apresentado pelo London Citty Ballet, 1988

“Coreografia: Marius Petipa (1º e 3º atos) e Lev Ivanov (2º e 4º atos)
 Música: Peter Ilyich Tchaikovsky
 Estréia: 1895, em São Petersburgo

O Príncipe Siegfried está completando 21 anos, e a Rainha-Mãe decidiu que ele deveria escolher uma noiva no baile de seu aniversário. Indiferente ao amor e às responsabilidades, ele comemora o aniversário com os amigos, e à noite, resolve sair para caçar. Ao se aproximar de um lago repleto de cisnes, o príncipe se prepara para atirar quando os cisnes se transformam em jovens princesas. Odete, a Rainha dos Cisnes, dança com Siegfried e lhe conta que ela e as outras princesas são vítimas do feiticeiro Rothbart, que as condenou a viver como cisnes durante o dia, só voltando à sua forma normal da meia-noite à aurora. Segundo ela, o encanto só se quebrará quando um jovem de coração puro lhe jurar fidelidade. O príncipe declara seu amor e convida-a para o baile do dia seguinte, onde quebrará o encantamento, escolhendo-a para ser sua noiva. No baile, a Rainha-Mãe lhe apresenta seis princesas, mas ele se mostra indiferente a elas, esperando ansiosamente por Odete. Muitas danças são apresentadas enquanto o baile transcorre, até que um nobre chega com estrondo, que na verdade é Rothbart disfarçado com sua filha, Odile, metamorfoseada em Odete. Siegfried dança com ela pensando ser sua amada, enquanto Odete, ainda em forma de cisne, tenta inutilmente chamar a atenção dele nas janelas do palácio. O príncipe anuncia que já fez sua escolha, e só então percebe que ainda não era meia-noite e aquela não poderia ser Odete, mas era tarde demais, já havia dado sua palavra. Desesperado, Siegfried corre para o Lago, onde encontra Odete junto às amigas. Os amantes se jogam no lago, e nesse momento, a magia é quebrada e o reino de Rothbart desmorona, matando-o.”

Lindo né!?

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No blog da Mariana Rodrigues tem um vídeo do pas de quatre (quatro pessoas dançando) de Lago. O mais legal é que é o mesmo que eu postei dos meninos do Trockadero! Entrem lá!!!

Por hoje é só pessoal!

Até sexta-feira!!!

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Les Ballets Trockadero de Monte Carlo

18/09/2007 at 00:07 (arte, ballet, Dança)

O que você pensaria se eu dissesse que andam dançando por aí clássicos do ballet de repertório? Nada de mais né! Mas e só as apresentações só tivessem homens? Pois é, é assim que o “Les Ballets Trockadero de Monte Carlo” dançam! Somente homens dançando mas… fazendo o papel, muito bem diga-se de passagem, das mulheres.

 

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Isso mesmo, eles usam sapatilha de ponta e vestido. Criado em 1974, o Trockadero nasceu para ser uma sátira às escolas tradicionais. Diversos bailarinos, cansados das cobranças rígidas de suas escolas, que o fundou, colocando mais humor no ballet clássico.

 

E nesse mês a Companhia está no Brasil para apresentações no Rio e em São Paulo. Infelizmente não passará pelo Espírito Santo! Mas quem puder confira! Por enquanto, eu ficarei com o You Tube mesmo…

 

 

Quarta-feira tem mais! Até lá!!!

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Filme: “Billy Eliot”, de Stephen Daldry

17/09/2007 at 23:03 (arte, ballet, billy eliot, Dança, filme, homossexualismo)

billy-eliot.jpg

Para continuar nesse assunto da ala masculina proponho a todos que assistam ao filme “Billy Eliot”, de Stephen Daldry. Confesso que tem um tempinho que o vi, mas lembro de ter gostado e ele trata bem dessa questão do preconceito, que muitas vezes está dentro de casa mesmo.

 

No filme, o menino Billy quer ser bailarino indo do lado oposto de seu pai, que sonha em vê-lo lutando boxe. Para dançar, o garoto tem que lutar muito até brilhar nos grandes palcos. Não só um filme de dança, este é também um filme sobre a vida! Entrem no blog whereareyougoingpisces! Lá tem um pouquinho mais de Billy Eliot! Fica aí a dica!

 

Os.: Por problemas técnicos esse post, que deveria ter entrado no ar na sexta-feira (14) só entrou hoje, segunda.  

 

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