Nuestros hermanos!

26/10/2007 at 18:24 (arte, Dança, história, ritmos, tango) (, , )

Sim, sim… hoje falarei um pouquinho do tango argentino! Bem, tudo começou porque meu namorado e os amigos dele querem viajar para a Argentina nas férias. Então, o que sai nos jornais sobre o local acabo lendo. Foi o que aconteceu no início deste mês.

Saiu na Folha de São Paulo uma matéria interessante sobre tango, e o quanto ele pode ser lucrativo. Para se ter uma idéia, a matéria coloca que a dança movimenta, anualmente, US$ 135 milhões diretamente e US$ 400 milhões indiretamente, somente na cidade de Buenos Aires! Mas o que me chamou mais atenção foi o fato de que uma pesquisa do Observatório de Indústrias Culturais da Cidade de Buenos Aires revelou que 23% dos turistas estrangeiros colocam o tango como símbolo principal da cidade, ganhando do futebol, que está em segundo lugar, com 10%.

                                                                                          Tango na RUA!

O tango. Nascido no final do século XIX nas periferias da capital portenha, o tango é o símbolo maior da Argentina. Inicialmente estava associado a cabarés e bordéis, já que somente as protitutas aceitavam bailar. Mas com o sucesso na Europa, o tango passou a ser aceito nas famílias tradicionais. O maior nome e grande divulgador da dança no mundo foi Carlos Gardel, inventor do tango canção. Ele morreu aos 45 anos, devido a um acidente aéreo durante uma turnê.    Vocês podem curtir um pouco mais de tango, e de Argentina, no blog Viaje na Viagem! Muito legal! 

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Flamenco

02/10/2007 at 23:11 (arte, Dança, flamenco, história)

Começamos hoje uma nova fase do blog! Vamos falar sobre o flamenco! Para isso, como fiz com o ballet, vou contar um pouquinho da história da dança.

img_5598.jpg   Norberto Messina

O flamenco para mim, e todos os seus praticantes, não se resume apenas na dança. Ele é uma manifestação de arte, que reúne o cante, a música (guitarra, cajon, palmas) e o baile. Resumindo, é um estilo de vida.

O flamenco nasceu no sul da Espanha, região de Andaluzia, com influência moura, cigana e judaica. As letras das músicas e a forma de cantar são lamentações  que traduziam as condições de vida adversas dos grupos já citados. Algumas delas também expressam o espírito de luta e esparança desses povos.  

O flamenco possui uma série de ritmos tais como buleria, tango e fandango. No caso do vídeo, é uma farruca. Mas isso é assunto para o próximo post!

Até quarta-feira!!!

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Altos custos

26/09/2007 at 23:51 (arte, ballet, Dança, história, repertório)

tio-patinhas.jpg

Sapatilha de meia ponta? 35 reais. Mensalidade da escola de dança? 120 reais. Dançar ballet? Tem um preço muito alto!!! Pois é, esse é, sem dúvida, um forte motivo para que a dança clássica seja considerada de elite. Não é fácil pagar tudo isso por mês. Mas… ações que tentam mudar esse cenário estão aí! Exemplo é o projeto Pequenos Talentos.  

Inclusive, a pouco tempo o bailarino capixaba George Lucas viajou à Cabo Frio para participar do Festival Nacional que ocorre lá. O mais legal é que ele foi representando o projeto e voltou premiado, no terceiro lugar!!! Os bailarinos têm ensaios segundas, quartas e sábados. Para isso recebem uniformes e sapatilhas além de vale transporte e R$50,00 por mês. Os que se destacam são ainda convidados por escolas particulares para intensificar as aulas. 

Como diz o Governo, o Projeto tem como “objetivo democratizar a dança clássica e contemporânea, sensibilizando e conscientizando crianças, adolescentes e jovens para o desenvolvimento intelectual, emocional e motor, utilizando a dança como meio no desenvolvimento da arte, elevação da auto-estima e valorização da vida”.  

Atualmente, as aulas ocorrem em sete núcleos, distribuídos pelas comunidades da Grande Vitória: Associação de Apoio e Orientação a Criança e ao Adolescente (Vale Encantado, Vila Velha); Programa Crer com as Mãos (São Benedito, Vitória); Vila Olímpica (Soteco, Vila Velha); CAIC Novo Horizonte, com duas turmas (Serra); Centro de Orientação Social – COS (Porto de Santa, Cariacica); CAIC Feu Rosa (Feu Rosa, Serra) e Centro Cultural Carmélia (Caratoíra, Vitória). 

Ps.: Vocês repararam que o ciclo das histórias de ballét clássico terminou né! Tem muitas outras por aí! Mas não dá para publicar todas, então… querendo mais procurem!!! Hahaha!!!

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Dom Quixote

26/09/2007 at 14:49 (arte, ballet, Dança, don quixote, história, repertório)

Festa, sensualidade, confusão e maluquice! Esse é o espírito latino presente em Dom Quixote, um dos meus ballets preferidos. Seu coreógrafo, Marius Petipa, morou anos na Espanha e durante sua passagem que montou a peça. Vale muito a pena conferir!!!

 

A história segue aí abaixo, retirada do livro “Livro Histórias de Ballet”, de Luisa Lagôas

 

don-quixote.jpg

                                                                                                                      John Ross

“Coreografia: Marius Petipa
Música: Leon Minkus
Estréia Mundial: 1869, em Moscou.

 

Na praça do mercado, em Barcelona, Quitéria (Kitri) está sendo forçada por seu pai a aceitar a corte do rico comerciante Gamanche, que deseja se casar com ela. A moça, apaixonada pelo barbeiro Basílio, reluta insistentemente. Dom Quixote chega à praça e presencia a cena, logo vendo em Quitéria a alucinação de Dulcinéia, a mulher de seus sonhos. D. Quixote desafia Gamanche para um duelo, mas não é levado à sério nem pelo comerciante, nem pela multidão, sendo expulso da cidade. Basílio, por sua vez, desesperado ante a perspectiva do casamento de Kitri com Gamanche, finge estar se suicidando, e pede ao pai da moça que lhe satisfaça um último desejo, concedendo-lhe a mão de Quitéria em casamento. O pai cede, e para o seu espanto, Basílio se levanta radiante de saúde e felicidade, para abraçar a amada. D. Quixote, expulso da cidade, acampa à beira dos moinhos, onde encontra o rei dos ciganos, que organiza uma festa para ele. O velho bebe demais e acaba vítima de suas fantasias, pois ataca carroças de marionetes e os moinhos de vento, julgando estar em batalha com gigantes inimigos. Ao final da batalha, o velho dorme, ferido, e sonha com os jardins de Dulcinéia, povoados por seres fantásticos. Um duque que passava por ali acorda o fidalgo e convida-o a pousar em seu castelo. Lá, numa festa em homenagem ao cavaleiro, seu amigo Carrasco simula com ele uma batalha, convencendo-o ao final de abandonar as ilusões e voltar a viver na realidade. Enquanto isso, na praça de Sevilha, o casamento de Quitéria e Basílio é celebrado com uma grande festa e muitas comemorações.

D. Quixote, a novela de Miguel de Cervantes, inspirou vários ballets, ao longo dos tempos. As primeiras versões encenadas não obtiveram sucesso suficiente para se manterem até hoje, mas a versão estreada em 1869, com o libreto um pouco mais livre da obra, teve um sucesso arrebatador, creditado ao seu virtuosismo técnico. Essa obra marca a ascensão da Rússia a centro mundial da dança, pois naquela época a Europa Ocidental vivia o mercantilismo, deixando o campo das artes um pouco abandonado. Em conseqüência, os artistas migraram para o Império dos Czares, onde a dança, especialmente, era muito estimulada. Assim foi feito com Jules Perrot, Saint-Léon e Marius Petipa, o autor em questão. Petipa era muito ligado a temas espanhóis, tendo trabalhado e estudado em Madri, e inclusive já havia remontado outro ballet com motivos espanhóis na Rússia: Paquita. São marcas de D. Quixote a cor, a sensualidade, o humor e o calor dos temas espanhóis. Foi dançado predominantemente na Rússia até a migração de grandes nomes soviéticos para o Ocidente. Só depois da chegada de Nureyev, Barishnikov e Balanchine no mundo ocidental é que o ballet passou a ser dançado com mais freqüência por nossas companhias.”

 

Fazendo um paralelo aqui com as artes, o blog “Phlog that” trás uma figura de Dom Quixote, criado por Miguel de Cervantes, feita por Salvador Dalí! Linda!!!

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Giselle

21/09/2007 at 18:40 (arte, ballet, Dança, don quixote, história, repertório)

Bem gente, hoje vou falar um pouquinho sobre o ballet Giselle. Confesso que tinha certo preconceito desse balet, o achava muito chato! Mas… pesquisando sobre a história encontrei o blog Contredanse em que a blogueira diz que o melhor ballet, para ela, é Giselle! Resolvi ir atrás!

A história é trágica e triste. Pelo que fiquei sabendo, a lentidão se dá no segundo ato, o primeiro é rapidinho e feliz! Com juras de amor, como todo ballet tem que ter!!! O textinho ali de baixo é do Wikipedia!    

Rachel Portele

                                                                                            Rachel Portele

“Giselle, dançado ao som de músicas familiares pelo balé francês e compositor de ópera Adolphe Adam, é balé da Era Romântica primeiro dançado em Paris in 1840. É um dos poucos balés dessa tradição que ainda apresentado nos palcos, dançado em tutu romantico (saias de bailarina na altura da panturilha). No primeiro ato, a aldeã Giselle está apaixonada por Albrecht, um nobre disfarçado de camponês. Quando Giselle descobre a fraude, ela fica inconsolável e morre. No segundo ato, o amor eterno de Giselle por Albrecht, que vem a noite visitar seu túmulo, o salva de ter seu espírito vital tomado pelos wilis espectrais, os fantasmas vampíricos de garotas noivas que morreram antes do dia do seu casamento, e sua rainha. Sempre que um homem se aproxima, elas obrigam-no a dançar até a morte. Giselle dança no lugar de Albrecht e, dessa forma, impede que ele chegue à exaustão, quebrando o encanto das willis. No final, ela o perdoa.O poeta romântico Théophile Gautier é o autor do roteiro desse balé.A versão que vemos hoje não é muito semelhante à original, onde a mais famosa dançarina da época, Fanny Essler tinha cena louca lírica no final do primeiro ato. A morte de Giselle no primeiro ato foi adaptado por um ataque do coração, pois em sua primeira apresentação, Giselle se suicidava com uma espada. Essa primeira versão causou choque na época, por essa razão foi feita a mudança. Giselle saiu do repertório europeu até que foi revivido por Sergei Diaghilev in 1910, uma surpreente mudança de ritmo para o balé russo de vanguarda. O papel de Giselle é um dos mais procurados no balé, já que exige tanto perfeição técnica quanto excelente graça e lirismo. Várias das mais habilidosas dançarinas representaram esse papel incluindo Ana Botafogo, Carlotta Grisi (para quem Théophile Gautier criou o papel), Anna Pavlova, Tamara Karsavina, Cynthia Gregory, Galina Ulanova, Alicia Markova, Beryl Goldwyn, Antoinette Sibley, Margot Fonteyn e Natalia Markarova.”

Esse vídeo aí é um resuminho da história do ballet! O legal é que mostra aos desconhecidos como o ballet também é interpretação! Estou adorando Giselle! Espero que vocês também!!! Hahaha!!! 

Bom, até segunda-feira!

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O Lago dos Cisnes

19/09/2007 at 23:57 (arte, ballet, Dança, história, repertório)

Vamos falar agora um pouquinho de ballets de repertório, que são aqueles dançados em todo o mundo há muito tempo! Hahaha!!! As diferentes escolas podem até dançar com certas diferenças essas peças, mas a essência deve ser sempre a mesma! Vou então, hoje, contar a história de “O Lago dos Cisne”, ballet do qual dancei minha primeira variação (aquilo quando a bailarina dança sozinha no palco…).

Na verdade, pegarei emprestada a história já escrita pelo livro “Histórias de Ballet”, de Luiza Lagôas.     

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O lago dos cisnes apresentado pelo London Citty Ballet, 1988

“Coreografia: Marius Petipa (1º e 3º atos) e Lev Ivanov (2º e 4º atos)
 Música: Peter Ilyich Tchaikovsky
 Estréia: 1895, em São Petersburgo

O Príncipe Siegfried está completando 21 anos, e a Rainha-Mãe decidiu que ele deveria escolher uma noiva no baile de seu aniversário. Indiferente ao amor e às responsabilidades, ele comemora o aniversário com os amigos, e à noite, resolve sair para caçar. Ao se aproximar de um lago repleto de cisnes, o príncipe se prepara para atirar quando os cisnes se transformam em jovens princesas. Odete, a Rainha dos Cisnes, dança com Siegfried e lhe conta que ela e as outras princesas são vítimas do feiticeiro Rothbart, que as condenou a viver como cisnes durante o dia, só voltando à sua forma normal da meia-noite à aurora. Segundo ela, o encanto só se quebrará quando um jovem de coração puro lhe jurar fidelidade. O príncipe declara seu amor e convida-a para o baile do dia seguinte, onde quebrará o encantamento, escolhendo-a para ser sua noiva. No baile, a Rainha-Mãe lhe apresenta seis princesas, mas ele se mostra indiferente a elas, esperando ansiosamente por Odete. Muitas danças são apresentadas enquanto o baile transcorre, até que um nobre chega com estrondo, que na verdade é Rothbart disfarçado com sua filha, Odile, metamorfoseada em Odete. Siegfried dança com ela pensando ser sua amada, enquanto Odete, ainda em forma de cisne, tenta inutilmente chamar a atenção dele nas janelas do palácio. O príncipe anuncia que já fez sua escolha, e só então percebe que ainda não era meia-noite e aquela não poderia ser Odete, mas era tarde demais, já havia dado sua palavra. Desesperado, Siegfried corre para o Lago, onde encontra Odete junto às amigas. Os amantes se jogam no lago, e nesse momento, a magia é quebrada e o reino de Rothbart desmorona, matando-o.”

Lindo né!?

lago.jpg

No blog da Mariana Rodrigues tem um vídeo do pas de quatre (quatro pessoas dançando) de Lago. O mais legal é que é o mesmo que eu postei dos meninos do Trockadero! Entrem lá!!!

Por hoje é só pessoal!

Até sexta-feira!!!

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Simplesmente Mikhail Baryshnikov!!!

13/09/2007 at 02:17 (arte, ballet, Dança, história)

Mikhail Baryshnikov

 

Como o prometido, irei entrar um pouquinho na história de vida da estrela da dança, Mikhail Baryshnikov. Desde pequena, vejo uns quadros lindos na academia onde faço ballet. Grande parte deles são de Misha (seu apelido carinho!) saltando e dançando. Essa é uma das justificas para eu ter escolhido falar dele, além de, é claro, ele ser um excelente bailarino.

Mikhail Baryshnikov nasceu em Riga, na Letônia, em 27 de janeiro de 1948, ou seja, hoje está com 59 anos. Filho de pai mecânico e mãe costureira, ele iniciou suas aulas de ballet somente aos 12 anos, considerado tarde por alguns. Mas isso não foi obstáculo para o  talento de Misha, que três anos após foi aceito pelo balé de Leningrado e aos 18 fez sua estréia profissional com o famoso Ballet Kirov, dançando Giselle.     

Em 1974, foi se apresentar no Canadá e decidiu pedir asilo político naquele país, no que foi atendido. Seguiu para os Estados Unidos e num curto tempo se tornou o principal bailarino do “American Ballet Theatre”. Já de 1978 a 1980. Baryshnikov foi a estrela do “New York City Ballet”. Atualmente, Misha dirige e ainda se apresenta com a Companhia de Dança que leva seu nome. Além de bailarino ele é ator, tendo estrelado o filme “O Sol da Meia Noite” (White Nights, de 1985) ao lado do dançarino e ator americano, Gregory Hines.

Baryshnikov já dançou repetidas vezes os grandes clássicos do ballet de repertório como “A Bela Adormecida”, “Hamlet Conotations”, “Giselle”, “Balanchine” e “Don Quixote”. Talvez por ter enjoado, li certa vez numa revista que hoje em dia (e isso tem uns 5 anos) ele só quer dançar coisas novas, criar! O público, com certeza, não perde nada, já que a imaginação de Misha vai longe!!!

No vídeo, Baryshnikov dança Giselle. É um dos que eu encontrei, mas vale muito a pena assistir aos outros!!!

Bem, sexta-feira tem mais!!!

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Senta que lá vem história!!!

03/09/2007 at 14:32 (ballet, Dança, história)

Esse mês de setembro será dedicado inteiramente ao Ballet Clássico. Nesse primeiro post sobre o assunto do blog, a dança, contarei um pouco do que sei e pesquisei sobre a história do ballet.  Nascido para alegrar as cortes na Itália Renascentista, a modalidade era bem recheada de pantomimas (representações sem voz) e era restrita aos homens. Mas o ballet só ganhou destaque quando a italiana Catarina de Médicis se casou com Rei Henrique II da França, em 1533. Com a união, o ballet chegou em Paris, onde passou por grande desenvolvimento. Inclusive, até hoje, em qualquer escola de dança do mundo, os movimentos do ballet clássico têm nomes em francês.  

O auge do ballet na corte francesa se deu com o Luiz XIV, o Rei Sol, amante da dança e grande bailarino. Seu título, “Rei Sol”, vem de um maravilhoso (pelo menos é o que dizem, eu não vi né!) espetáculo que durou mais de 12 horas.  

No fim do século XVII começaram a aparecer as primeiras bailarinas. Marie Camargo foi uma das mais famosas da época, por ter encurtado sua saia e calçado sapatos mais leves, que ajudaram a saltar e mostravam melhor os movimentos.

 Marie Camargo 

No século XIX o Romantismo modifica as artes e na dança grandes ballets de repertório são montados como La Silfide e Giselle. Porém, com sua decadência, o centro mundial da modalidade transfere-se para São Petersburgo, na Rússia. Marius Petipa e Tchaicowsky, criaram juntos, à época, três grandes peças: “Bela Adormecida”, “Lago dos Cisnes” e “Quebra Nozes”.    

 Marius Petipa                                    Marius Petipa            

Com a decadência natural de Petipa, Serge Diaghilev passa a comandar o ballet clássico mundial e funda a sua companhia, o “Ballet Russo”. Nas diversas mudanças pelas quais passaram o ballet, atualmente ainda são apresentadas as releituras dos repertórios com o acréscimo de alguns novos elementos. Afinal, o movimento – seja o da história, seja o da dança – não pára!  

 Ballet Copélia 

Alguns ballets de repertório:

O Quebra NozesCoppélia 

O Lago dos Cisnes

Don Quixote

La Fille Mal Gardée

Giselle

Paquita

A Bela Adormecida 

La Sylphide 

La Bayadère

Sylvia

Quarta-feira tem mais!!!

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