Dança com as cadeiras

19/11/2007 at 18:50 (arte, ballet, Dança, preconceito) (, , )

Confesso que esse final de período da faculdade está bem apertado e ter idéais para postar no blog é cada vez mais difícil. Então, rodando e procurando assuntos para escrever aqui encontrei o blog Você não viu, da onde tirei inpiração para o que falo agora.

falei aqui de algumas exigências que o ballet clássico impõe para quem quer seguir carreira. Mas, como fiz questão de dizer, isso não deve impedir que meninas busquem a alegria de dançar. E limites maiores do que esse também não.

Nunca tive a oportunidade de ver um espetáculo montado com cadeirantes, somente pela televisão. Mas é fácil de perceber a força que eles carregam. Fugindo dos limites impostos pela vida, diversos grupos pelo Brasil se apresentam emocionando platéias. Eles mesmos sabem dos grandes benefícios que a prática da dança traz, sendo, inclusive, uma etapa do tratamento terapêutico de alguns.

Com raízes na dança moderna, os cadeirantes auxiliam para o desenvolvimento dessa modalidade já que sua proposta é de inovação nos movimentos e descoberta de novos movimentos corporais.

Para quem quiser mais informações, saber sobre a história dessa dança e até sobre competições na modalidade, sugiro o site da Confederação Brasileira de Dança em Cadeira de Rodas.  

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O insuportável mundo dos bastidores

14/11/2007 at 00:21 (arte, Dança, filme, preconceito) (, , )

Um dia desses, mais precisamente na semana passada, assisti ao filme “Sob a Luz da Fama” (Center Stage), de Nicholas Hytner, com Amanda Schull e Peter Gallagher. Já o tinha visto antes, mas minha irmã ganhou uma cópia e então resolvi revê-lo, o que foi muito bom, pois  gerou assunto aqui para o blog. 

No filme é retratada a vida de alguns bailarinos que, após um tempo de aulas na fictícia renomada Companhia de Dança Americana (bem parecida com American Ballet…), farão uma apresentação. Os que ficarem com os melhores papéis, ganham destaque e a chance de ali permanecerem. Ao restante, é continuar correndo atrás do lugar ao sol.

Mas bem, a questão é que o filme retrata os constantes atritos desse mundinho (nesse caso, usei o pejorativo mesmo). Briguinhas, discussões e INVEJA são corriqueiros no ambiente da dança, e hipócrita é o que não reconhece isso. O mais interessante de tudo, e que o filme me fez perceber, é que nada muda de uma escola internacionalmente  conhecida para uma pequena, localizada, por exemplo, em Jardim da Penha (bairro de Vitória – ES), onde, não por acaso, eu faço aula.  

Claro que em todo lugar há pessoas mesquinhas e que são capazes de passar por cima das outras para conquistar o que desejam. Mas como vivo neste mundo, é ali que percebo todo o problema. As pessoas não se ajudam, o que claramente, atrapalha o desenvolvimento da dança.

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Hoje sim: Dança DE rua

22/10/2007 at 18:38 (arte, Dança, preconceito) (, )

O street dance (dança de RUA) é um dos elementos da chamada cultura hip hop, que ainda inclui o DJ (disc-jockey), o MC (master of cerimonies) e o grafite. O estilo nasceu no final da década de 1960, nos Estados Unidos.

No Brasl, seguindo sua origem, o hip hop retrata a vida de jovens que moram nas periferias e enfrantam a pobreza, miséria e muitas vezes o preconceito racial. Um belo trabalho nesse sentido é desenvolvido pela Central Única das Favelas (Cufa), que leva a conscientização à jovens da favela através do movimento hip hop. Muito legal!

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