Retomada

07/01/2008 at 19:15 (arte, Dança) (, )

Voltei! Depois de um período ausente, curtindo umas boas férias, resolvi dar continuidade a este blog! E ontem a noite, pensando no que escrever, tive a idéia de mudar o nome do blog! O anterior “E que seja perdido o único dia em que não se dançou…” era muito grande, mas não nego sua grande e profunda beleza!!! Agora o blog se chama “Dançando”.

Numa época em que o gerúndio é atacado de todos os lados (e até proibido), não consegui expressar o que é a dança sem usá-lo. Afinal, não é algo passado, nem futuro… o que dançamos é o agora, o que sentimos naquele instante. Daí me veio o gerúndio!

Com novo nome, mas com o mesmo empenho de antes, o blog volta a ativa! Como sempre tentarei abordar os assuntos acerca da dança com um texto divertido, além de inserir fotos e vídeos (afinal de contas, onde já se viu dança parada??). 

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Paranauê paranauê paraná…

05/12/2007 at 12:02 (arte, capoeira, Dança) (, , , , )

Quem nunca ouviu esse refrão ali de cima? Pois é… um blog de dança falando sobre capoeira. É dança? É esporte? É luta? É tudo isso junto? Isso mesmo, a capoeira é a junção de tudo o que foi citado e por isso mesmo me sinto no direito de falar dela!

Admito que não entendo muito sobre a capoeira. O que posso dizer é que fico encantada sempre que vejo uma roda. Os movimentos são incríveis e a filosofia é mais bonita ainda. O capoeirista não tem o intuito, pelo menos na maioria das vezes, de terminar o golpe e machucar o adversário, mas apenas de demonstrar que ele poderia ter sido aplicado.

Dessa forma estabelece-se uma relação de respeito e brincadeira com o oponente, ao mesmo tempo que há certa provocação e disputa. O instrumento mais marcante de uma roda de capoeira é o berimbau. É ele que dá o ritmo e o andamento do jogo.

Assim como numa luta, os movimentos não são coreografados mas não podemos negar que assistir à um jogo é um belo espetáculo de dança. A entrada da música na capoeira remonta suas origens. Os escravos, que vieram da Africa para o Brasil, eram proibidos de praticar lutas marciais por seus senhores.

Assim, numa forma de disfarçar o que faziam, foi introduzida a música e as letras. Hoje é impossível desvincular uma da outra. Além do berimbau também compõem os intrumentos o atabaque, o pandeiro, o agogô e o reco reco.

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