Receita

12/11/2007 at 18:44 (arte, Dança) (, , , , )

Como havia prometido no post anterior, aqui vai a receita do doce Pavlova. Para quem está um pouco perdido: sim, é isso mesmo! A bailarina, por sua leveza, inspirou a criação do doce, leve como ela.

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Receita

Ingredientes

4 claras de ovos

250g de açúcar

2 colheres (chá) de Maisena

1 colher (chá) de vinagra branco

250ml de creme de leito fresco batido em chantilly

1 pitadinha de sal

Morangos, kiwis, amoras para acompanhar

Modo de fazer

Coloque as claras na tigela da batedeira, adicione uma pitadinha de sal e bata em velocidade baixa, até que comecem a espumar. Aumente a velocidade e continue batendo. Quando estiverem bem firmes, junte gradualmente o açúcar, batendo após cada adição, até o merengue ficar espesso e brilhante. Com uma colher, misture ao merengue, delicadamente, o amido de milho (maisena) e o vinagre.

Num tabuleiro forrado com papel vegetal, desenhe um círculo com cerca de 20cm de diâmetro e ali dentro espalhe uniformemente o merengue, como se fosse um bolo. Se quiser, use um saco de confeitar. Achate ligeiramente o topo com uma espátula e alise os lados. Asse em forno baixo (150ºC), pré aquecido, por cerca de 30 a 40 minutos até a parte externa ficar estaladiça. 

Apague o forno e deixe esfriar lá dentro, com a porta entreaberta. Depois de frio, cubra com chantilly. Distribua frutas e sirva a Pavlova gelada.

O site Club Paulistano trás uma variação desta receita com uma calda e ainda serve com sorvete. Vale a pena conferir também.

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Comidinha!

12/11/2007 at 18:41 (arte, ballet, Dança) (, , , , )

Não é de hoje que o ballet clássico inspira eternos apaixonados e desperta emoções. Mas nunca tinha visto ser fonte de inspiração para comida. Pois bem, aconteceu. Lendo o jornal “Estado de São Paulo“, na quinta-feira, uma matéria me chamou especial atenção. No caderno Paladar (que fala de gastronomia), tinha uma foto de Anna Pavlova (grande bailarina clássica dofinal do século XIX e início do XX) dançando Lago dos Cisnes. E olha que legal, a notícia de que sua leveza havia inspirado a criação de um doce.

Aliás, a paternidade do doce até hoje é contestada por Nova Zelândia e Austrália. Os primeiros dizem que a inventaram em 1927 e os australinos dizem que eles são os verdadeiros donos da receita, inventada em 1935.

Como eu não sei cozinhar, meus dotes são outros (mais precisamente a arte de degustar comidas gostosas), eu ainda não fiz a receita. Mas tudo leva a crer que é boa, afinal, como eu sempre digo para mim mesma antes de tentar fazer algo na cozinha “Mariana, juntando um monte de coisas boas não tem como sair uma coisa ruim”. E a receita é isso mesmo, várias coisas gostasas juntas! É um doce.

Foi aí que eu achei no mínimo engraçado. As muitas bailarinas que lêem este blog terão que se segurar, porque não podem sair comendo doce por aí adoidadas! Quanto aos homens, para eles é sempre mais fácil emagrecer.

Bem, vou deixar a receita para quem quiser no próximo post. 

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